VIAGENS ESPIRITUAIS, COM PAZ E LUZ

Ninguém acessará os planos extrafísicos elevados se estiver carregando ideias negativas na mente e mesquinharias emocionais no coração.
Nessa área de estudo, é de bom tom ter a mente aberta, bem como humildade para aprender as artes do voo espiritual.
As trilhas estelares são leves e sutis e não comportam viajores extrafísicos pesados de orgulho e ansiedade.
Nessa área, não existem sumidades ou doutores em coisa alguma!
Todos são aprendizes do Eterno…
Portanto, aqueles que quiserem progredir nesses estudos psíquicos, que erradiquem o medo de seus propósitos.
Que deitem o corpo no leito com o objetivo de servir à Luz.
Que procurem se harmonizar antes do sono, para não deixar a agitação do dia prevalecer na mente.
Que levem para fora do corpo a alegria de abrir as asas espirituais para além do casulo carnal.
Que removam as tralhas mentais e emocionais e soltem-se nas trilhas extrafísicas, de forma positiva e evolutiva.
Que sejam viajores espirituais contentes e conscientes.
E que jamais se esqueçam de que o objetivo principal nesses estudos é o despertar da consciência.
Que todos sejam felizes em seus voos, com Paz e Luz.

(Texto inspirado espiritualmente pelo Grupo Extrafísico dos Iniciados**)

P.S:
Ao longo das eras, tendo o céu noturno como testemunha viva, os iniciados espirituais se reconheciam como irmãos de ideais e servidores da Luz. Trabalhavam juntos em prol de objetivos maiores e ligavam-se espiritualmente, de coração a coração, de alma para alma, admirados com a vastidão sideral acima de suas cabeças e com a profundidade da vida. Com humildade, eles olhavam para as estrelas e sentiam saudades do mundo espiritual, sua pátria de origem. 
No entanto, valorizavam a vida humana e agradeciam à Mãe Terra, por tê-los recebido mais uma vez, para mais uma etapa de aprendizado em seu seio. 
Eles honravam a vida em todos os planos! Estavam enamorados da Luz.
Voavam fora do corpo de forma consciente e contente, como algo natural do próprio espírito, como a brisa soprada na noite… mas viviam a vida carnal com equilíbrio, sabedoria e responsabilidade. 
Tanto na Terra como no Céu, eles viam a mesma vida e o brilho do Todo em tudo.

– Wagner Borges – mestre de nada e discípulo de coisa alguma.
São Paulo, 18 de dezembro de 2017.

PAZ

De que vale o sucesso externo, se por dentro, há agitação e agonia da mente?
Por isso, Jesus deixou um ensinamento muito importante:
“De que adianta a uma pessoa ganhar o mundo, se ela perder sua alma?”
E Ele também dizia: “A Paz que Eu trago não é desse mundo!”
Está claro que essa é a Paz de dentro do coração e não a paz dos homens, que é apenas o intervalo entre suas guerras.
Muitos querem essa Paz, mas buscam-na com a mesma agitação que lhes caracteriza os objetivos imediatos no mundo.
Outros querem alcançar a transcendência espiritual, mas com a mesma agitação por dentro (por isso patinam tanto no trato com a própria consciência).
A Paz que não é desse mundo, naturalmente não pode ser encontrada externamente. Pelo contrário, ela surge na compreensão do Eterno que está em tudo.
Emoções turbulentas não trazem lucidez.
Ganância corrói o Ser.
Logo, só o Amor equilibra a consciência.
Talvez, por isso, o Buda dizia: “Abaixo da iluminação, só há dor!”
Ah, essa Paz Real, tão longe, externamente…
Porém, tão perto, dentro do coração.
Jesus e Buda estavam certos: Amor e Luz juntos, formam a Paz.

Paz e Luz.

– Wagner Borges – mestre de nada e discípulo de coisa alguma.
São Paulo, 1 de dezembro de 2017.