Manifestações do Amor Divino

Busque o conhecimento espiritual (jnanam), que é a morada da doçura.

Livre-se do desejo pelo prazer sensorial, que, como o prazer que você sente ao coçar um eczema, só piora o problema. Você não pode curá-lo, cedendo à tentação de coçar. Quanto mais coçar, mais você será tentado a continuar, até que o sangramento intervenha.

Portanto, desista dessa busca vã e se concentre em assuntos espirituais ou, pelo menos, se movimente no mundo com a consciência sempre presente de que ele é um pântano, uma rede, uma armadilha para a qual o apego e o desejo o empurrarão.

Seja um verdadeiro devoto e se torne tão pequeno que possa se esquivar das algemas dos sentidos, ou seja um verdadeiro sábio (jnani) e se torne tão grande que possa escapar rompendo-os.

Sathya Sai Baba

(Discurso Divino, 16 de dezembro de 1964)

O CANTO DO AMADO

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O Meu Amado me pegou pelas mãos…
E subiu comigo pelos meus chacras.
Ele me mostrou o lugar onde não existem dores…
Bem lá, onde o Amor sempre é!
Então, eu me deixei levar por Ele…
Para além de minhas antigas chagas.
Era noite, mas o Amado me mostrou Sua Luz…
E me fez rodopiar em volta do Seu Sol…
Como uma centelha vital orbitando a Esfera do Amor.
No lótus das mil pétalas, eu fiz a dança do Samadhi…
Dos meus olhos jorraram dois rios de Luz…
E, nadando dentro deles, miríades de estrelinhas.
Esses dois rios desembocavam no Mar do Eterno.
Então, o Amado me disse:
“O seu Ioga é o Amor.
Sempre foi. E sempre será!”

P.S.:
Os meus chacras são sete joias…
O Amado me ensinou isso.
Desde então, eu navego por eles…
E desbravo os setes mares da minha consciência.
A Estrela Prânica é minha bússola…
E me guia na jornada espiritual.
Pois, navegar é preciso…
Para despertar.

(Dedicado ao sábio Kabir.)
Gratidão.
Paz e Luz.

– Wagner Borges – mestre de nada e discípulo de coisa alguma.
São Paulo, 22 de agosto de 2018.

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