Médicos chineses usavam poderes sobrenaturais para examinar pacientes

Por Tara MacIsaac, Epochtimes.com.br

Os mais renomados antigos médicos chineses são conhecidos por possuírem capacidades sobrenaturais, incluindo ser capaz de olhar o interior do corpo de uma pessoa para ver a causa de uma doença.

Veja abaixo alguns extraordinários médicos e suas habilidades.

1. Hua Tuo (140-208 d.C)

Hua Tuo é conhecido como o primeiro cirurgião da medicina chinesa. Ele também é conhecido por ter utilizado habilidades sobrenaturais para ver tumores e outros problemas internos, e assim identificar a causa de uma doença.

Quando Hua Tuo disse ao imperador Cao Cao que ele tinha um tumor em seu cérebro, Cao Cao pensou que Hua Tuo queria matá-lo, usando o pretexto de ter que realizar uma cirurgia cerebral. O imperador mandou prender Hua Tuo, e no final o médico morreu na prisão. Depois de alguns anos, Cao Cao morreu devido à sua doença.

Hua Tuo era um homem humilde, sem interesse em fama e ganho pessoal. Embora ele tenha examinado o imperador, ele normalmente trabalhava com pessoas comuns. Ele foi forçado a diagnosticar o imperador, depois de ter recusado a oferta de se tornar o médico oficial do mesmo.

Hua Tuo era chamado de o “Médico Divino”, ou “Shenyi” em chinês. Ele também é conhecido por ter desenvolvido um tipo de exercício de qigong. Muitos médicos da antiga China davam muita importância ao cultivo espiritual e se esforçavam para manter um elevado caráter moral. Suas habilidades sobrenaturais só podiam chegar a eles dessa forma.

Sem qualquer método de escanear o interior do corpo, as cirurgias que Hua Tuo realizava eram conhecidas por serem guiadas por uma visão divina.

2. Bian Que (500 a.C)

Um relato da vida de Bian Que foi feito no livro “Registros do Grande Historiador” feito pelo famoso historiador Sima Qian. Bian Que conheceu um homem com poderes sobrenaturais que lhe deu um misterioso remédio.

O homem instruiu Bian Que a ingerir o remédio com água que “não tenha tocado o chão”, como o orvalho. Um mês depois, Bian Que adquiriu visão raio-X.

Quando Bian Que estava na procissão funerária de um príncipe, viu que o príncipe ainda podia ser revivido. Na verdade, ele descobriu que o príncipe estava em coma, e depois que o mesmo foi tratado com acupuntura, ficou bom novamente.

3. Zhang Zhongjin (150 a 219 d.C)

Quando Zhang Zhongjing tinha 20 anos, ele conheceu um funcionário chamado Wang Zhongxuan. Zhang contou a Wang que suas sobrancelhas iriam cair quando chegasse a 40 anos de idade, e quando isso acontecesse, Wang iria morreu dentro de meio ano. Zhang deu a Wang uma receita para evitar esta ocorrência.

Wang aceitou o remédio, mas não o tomou, porque ele se sentiu ofendido e não acreditou em Zhang.

Dias depois, Zhang perguntou a Wang se ele tinha tomado o medicamento, e Wang mentiu, dizendo que tinha. Zhang não se deixou enganar. Ele disse: “Parece que você não tomou. Por que você não se preocupa com sua vida?”.

Anos mais tarde, quando Wang tinha 40 anos, suas sobrancelhas caíram. Como previsto, ele realmente morreu dentro de meio ano.

 

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Descubra a relação entre a glândula pineal e o terceiro olho

Por Tara Maclsaac, Epochtimes.com.br

Todos nós temos pelo menos três olhos

A glândula pineal, que fica no cérebro humano, tem a estrutura de um olho. Possui células que funcionam como receptores de luz, tal como a retina faz. Ela tem uma estrutura comparável com o vítreo, uma substancia parecida com um gel que fica entre a retina e a lente do olho. Ela tem também a estrutura semelhante a uma lente.

Cientistas ainda estão aprendendo muito sobre a glândula pineal, conhecida tanto no espiritualismo oriental quanto na filosofia ocidental como a sede da consciência humana. Crenças orientais também sustentam que, em outros planos de existência, os olhos podem ser vistos por todo o corpo. A ciência ocidental está lentamente começando a entender a glândula pineal como um terceiro olho.

Por muitos anos, os cientistas reconheceram as semelhanças entre a glândula pineal e os olhos. Em 1919, Frederick Tilney e Luther Fiske Warren escreveram que as similaridades listadas acima provam que a glândula pineal foi formada para ser sensível à luz, e possivelmente ter outras capacidades visuais.

Mais recentemente, em 1995, a Dra. Cheryl Craft, presidente do departamento de neurobiologia e células da Universidade da Califórnia do Sul, escreveu sobre o que ela chamou de “olho da mente”.

“Sob a pele do crânio de um lagarto encontra-se um ‘terceiro olho’ sensível à luz, que é equivalente à glândula pineal do cérebro humano. A pineal humana não tem acesso à luz diretamente, mas como o ‘terceiro olho’ do lagarto, ela mostra uma versão melhorada do seu hormônio, a melatonina, durante a noite”, escreveu ela. “A glândula pineal é o ‘olho da mente’”.

Um feixe de fibras nervosas a conecta à comissura posterior, uma outra parte do cérebro que não é bem compreendido.

Por volta de 1950, pesquisadores descobriram a habilidade da glândula pineal de detectar a luz, e de produzir melatonina de acordo com a quantidade de luz que ela detecta. Deste modo, ela controla de forma essencial alguns ritmos importantes do corpo. Ela afeta os sistemas de reprodução e do sistema imunológico. A glândula pineal foi previamente pensada em ser algo vestigial, mas esta descoberta mostrou que ela realmente tem uma função importante.

Em maio de 2013, foi feita uma outra descoberta que poderia mudar completamente a visão sobre a glândula pineal.

Foi observado que a glândula pineal de um rato produz N,N-Dimethyltryptamine (DMT). O DMT tem uma ampla presença nos seres orgânicos que não é bem compreendida. Algumas pessoas ingerem DMT para induzir experiências psicodélicas, muitas vezes caracterizadas como intensamente espirituais.

O Dr. Rick Strassman realizou uma pesquisa clínica aprovada pelo governo dos EUA na Universidade do Novo México em 1990, injetando DMT em voluntários humanos. Ele chama o DMT de a “molécula do espírito”.

O estudo que confirmou a presença de DMT na glândula pineal dos ratos foi realizado na Universidade de Michigan pelo Dr. Jimo Borjigin e na Universidade Estadual de Louisiana pelo Dr. Steven Barker. Ele foi parcialmente financiado pela Fundação de Pesquisa Cottonwood, que é dirigido pelo Dr. Strassman, que apoia pesquisas científicas sobre a natureza da consciência. O estudo foi publicado na revista Cromatografia Biomédica.

 

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