CURA

chama_violeta

– Por Frank* –

Doente, busquei nos homens de branco – e também na gente das estrelas -, a cura de todas as minhas mazelas; e, por um tempo, achei que estava bem.
Mas, não estava!
Tinha me curado por fora, mas a doença seguia cobrindo-me, por dentro – com tudo aquilo que eu não queria olhar -, e seguia doendo…

Até que eu percebi que a cura real não poderia vir de fora, mas de dentro.
Minha doença vinha das minhas interpretações do passado, das marcas e mágoas que nunca tive coragem de tratar; e eu ignorava que elas podiam causar tanto dano ao meu corpo. Duro engano, pois tudo parecia bonito por fora, e por dentro, tanto pranto.
Essas mágoas, como vírus que se espalham, foram tomando conta de tudo, camada por camada; e o meu corpo foi tentando me avisar: “Olha os sinais, toda doença é conto a narrar!”
Talvez, por merecimento ou sorte, pude, em tempo, perceber um impulso, que foi me revestindo de coragem para compreender o que precisava ser feito.

E busquei, dentro de mim mesmo, as forças necessárias para trazer à consciência que esse impulso era a grande chance que eu precisava para me autocurar.
E tomei desse remédio chamado “aceitação”, e a cura se estabeleceu com as atitudes que precisei tomar para as mudanças se processarem em minha vida.

E, finalmente, a minha alta ocorreu, quando optei por não mais ignorar que são os ecos das lamúrias do passado que nos levam ao esquecimento do nosso próprio poder de se curar.

– Nota de Wagner Borges: 
Frank é o pseudônimo do nosso amigo Francisco de Oliveira, participante do grupo de estudos do IPPB e da lista Voadores. Depois de vários anos morando em Londres, ele voltou a residir em São Paulo, onde é um ótimo professor de inglês.
Ele escreve textos muito inspirados e me autorizou a postagem desses escritos.
Há diversos textos dele postados em sua coluna da revista online de nosso site e em nossa seção de textos periódicos, em meio aos diversos textos já enviados anteriormente – www.ippb.org.br 
Outros textos podem ser acessados diretamente em seu blog na Internet:
http://cronicasdofrank.blogspot.com 

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O Canto do Espírito

Eu vou pela estrada afora…
O meu destino é a Consciência Cósmica.
Essa é a minha missão: vencer a mim mesmo nas lides da Terra.
Enquanto eu caminho, aprendo muito nas artes da vida.
Eu sou o espírito em forma de homem!
A luz das estrelas veio comigo, para iluminar os escaninhos do corpo de argila.
A Força do Eterno ilumina o meu coração e anima o meu viver.
Nada pode apagar a minha natureza estelar.
Os meus passos deixam pegadas na trilha vital…
Enquanto os meus pensamentos e sentimentos ecoam de estrela em estrela.
Nada pode me separar do Amor Divino, que é a Fonte Imanente de tudo.
A morte pode destruir o meu corpo, mas não pode me atingir espiritualmente.
Pois, eu não nasço e nem morro, só entro e saio dos corpos perecíveis.
Eu sou como um cometa pensante, viajando por aí… E por onde eu vou, aprendo!
Eu sei que a espiritualidade é um estado de consciência, e não um lugar externo.
A minha estrela-guia não está no céu de cima, mas no céu do meu coração.
A minha terra natal é o infinito, pois a Luz do Eterno brilha em meus olhos.
Eu também sei que o fogo das estrelas crepita nos meus chacras.
Eu escuto a música das esferas, em Espírito e Verdade!
Assim como os iniciados espirituais ao longo das eras, eu sei que sou parte dela.
Eu sou uma centelha vital do Todo que está em tudo!
Esse é o meu canto, por onde eu vou…
É canto de Luz.

P.S.:
Eu sou o espírito, eterno viajante…
Você, que agora lê esses escritos, também é!
O meu canto espiritual também é o seu canto.
Pois, há algo mais… Um Amor e uma Luz.
A vida sempre continua, ainda bem.
(Lá na Casa das Estrelas, essa também é a canção.)

– Wagner Borges – mestre de nada e discípulo de coisa alguma.

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